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INTOXICAÇÕES AMBIENTAIS

Por  José Valdaí de Souza,
médico

 
Desde há muitos milênios o homem vem explorando o meio  ambiente,  no início da civilização com fins apenas nutricionais.

Com as descobertas científicas, avançou no sentido da utilização comercial, tirando da Terra seus elementos essências: minérios, madeira, frutas e vegetais. Seguindo nessa trajetória de evolução e com  novas  máquinas, foi possível industrializar os elementos da natureza e até mesmo transformá-los.

Nesse caminho chegamos aos dias atuais, sempre apontando o vetor principal na direção de maiores riquezas e conforto material aos homens. Entretanto nessa viagem exploratória, não houve preocupação com os resíduos, o lixo que foi ficando pelo caminho.

Ficou para  a natureza  sua destruição e esta realmente fez seu papel,  porém seu poder de reciclagem está esgotado.  Conseqüentemente, ao homem que produziu esse lixo, só resta uma alternativa: criar mecanismos para sua destruição e tratar os efeitos tóxicos que atingem sua saúde, precisando para tal, até mesmo, modificar o comportamento biológico dos seres vivos através da transgenia, correndo o risco de ele mesmo se transformar.
 
A evolução desses resíduos químicos, são medidos pelo seqüenciamento do DNA,  no genoma humano , onde está se encontrando  o elemento  Alu (um parasita químico), que vem aparecendo com maior freqüência, em relação aos fósseis do
passado. Essa descoberta, está levando o microscópio da ciência a olhar mais para os lixos ambientais como causa da maioria das patologias, desde doenças cardiovasculares, diabetes, alteração imunológicas, deformações fetais,  até  o câncer.

As últimas descobertas estão apontando os metais tóxicos (mercúrio, cádmio, chumbo, arsênico, alumínio e níquel) como os maiores responsáveis pelas mutações genéticas, que levam a degenerações celulares. Esses diagnósticos já são feitos em nosso meio, através da avaliação do  mineralograma, aminoacidograma e das citocinas dos tecidos nos seres vivos. 

Constatada a intoxicação, se pode retirar esses elementos do corpo evitando uma patologia, ou que nasça uma criança com alterações. Por isso, sempre se deve  fazer uma  investigação antes de gerar um filho.  Os tratamentos constam de substância bioquímicamente compatíveis com cada elemento, previamente identificado, e com isso o próprio organismo elimina pelas vias naturais, sem paraefeitos.

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